terça-feira, 28 de abril de 2009

VERGONHA

Pressão e chantagem sobre os Trabalhadores
para irem para a Mobilidade Especial

O Concelho Directivo do ISS, I.P. enviou um conjunto de “comissários” para todo o Pais, no sentido de chantagear e pressionar os Trabalhadores para irem para a Mobilidade Especial.
Esta prática, e a forma como está a ser feita, é na prática um “assédio moral”!
Os Trabalhadores (na sua maior parte Auxiliares) são chamados a uma sala, e “convencidos”, através de chantagem e pressão no sentido de assinarem um documento para irem para a Mobilidade Especial.
Atenção: Os Trabalhadores não devem assinar qualquer documento, pois estão na prática, a assinar a perda do seu posto de Trabalho.
Este acto de puro terrorismo sobre os Trabalhadores não pode ficar impune e será denunciado por todas as formas.
Os Trabalhadores são pressionados a assinar a Mobilidade “voluntária” através de métodos inaceitáveis, com linguagem do género “não vai a bem, vai a mal”.
Assim apela-se à resistência dos Trabalhadores e que se informem junto dos seus Sindicatos.


Isto também já aconteceu no distrito de Portalegre

Tivemos conhecimento de que o Centro Regional de Segurança Social de Portalegre, no dia de 17 de Abril, em reuniões individuais feitas a 7 trabalhadores dos Centros locais de Ponte de Sôr, Sousel, Fronteira, Monforte, Crato e Marvão, foram pressionadas por um grupo de 6 pessoas, onde se incluia o Director do Centro Regional de Portalegre, Arménio Toscano e um tal comissário vindo de Lisboa de seu nome Pedro Sanches, que as pressionaram a assinarem um documento de aceitação para a mobilidade especial (voluntária), com a argumentação de que era o melhor que lhes podia acontecer, ou então se não iam a bem iam a mal, numa prática vergonhosa e inaceitável.

Os trabalhadores não pediram para ir para a mobilidade voluntária, foram na prática coagidas tanto pelo Director do Centro Regional Arménio Toscano e pelo Drº. Pedro Sanches, para realizarem tais actos. Por estas razões vamos tentar anular tais actos, mesmo sabendo que existe um clima de terror à volta destas trabalhadoras.
Temos que lutar contra estes atropelos à DEMOCRACIA

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